terça-feira, 18 de agosto de 2009

A OPOSIÇÃO COMO FACTOR DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL

A semelhança da eleição histórica do 44º presidente dos Estados Unidos da América, Barack Hussein Obama, há toda uma necessidade do surgimento de novas figuras na ribalta da política angolana e que proporcionem uma nova visão. Que não tenham apenas ideias que mais parecem querer fomentar polémica, para tal como numa peça de teatro, representar o protagonista atraindo para si toda a atenção, não. Há toda uma urgência e necessidade de vermos uma oposição firme, com os pés bem assentes nos seus ideais. Que esteja de facto a seguir o movimento histórico dos actos e cenas contidas na politica angolana.

A leitura foi sempre desde os primordios do mundo um meio de elevada importância para o desenvolvimento da estrutura mental de um indivíduo, consequentemente de um país, e certamente continuará a sê-lo até ao julgamento final de cada um de nós. (Se é que existirá). Neste momento em que evidências o processo de aquisição de informação, saiba que deixas-me satisfeito caro leitor.

Enquanto um jovem que pretende se transformar numa das peças fundamentais para o desenvolvimento do país, tenho engendrado todo esforço no sentido de com escassos recursos adquirir toda matéria que me permita conhecer os diversos projectos do Governo e a acção dos partidos políticos que formam a “oposição” na nossa “nação”.

Se por um lado, vê-se alguma melhoria no país, por outro, ainda notam-se muitas irregularidades e desigualidades entre nós. Após fazer muitas análises concluí que existem como até é óbvio, culpados, e no caso concreto culpabilizo a “oposição” angolana, porque na realidade não se opõe a nada e a ninguém daí a razão das aspas. Para a abordagem deste assunto, claro está que a sociedade civil também tem meia culpa, mas neste texto o ângulo de abordagem eleito esta ligado particularmente aos partidos da oposição como factor de desenvolvimento social.
De acordo com o dicionário wikipédia, posto a nossa disposição na internet oposição é o acto ou efeito de opor ou colocar contra de algo ou alguém. Logo a partir do momento em que um determinado número de individuos se predispõe criar um partido político, enquanto este não estiver no poder, é visto como oponente. Normalmente diz-se que quem está de fora vê melhor o jogo. Pese embora acho ser muito subjectivo em função do contexto, os partidos políticos devem agir de forma a dignificar o seu nome e praticar actos que orgulhem a população em geral. Têm de direccionar as suas acções para aquilo que são realmente os objectivos que norteam os seus ideiais. Não podem perder-se em meros cultos de personalidade ou seguidismos desnecessários.
Precisamos ter uma oposição no real sentido da palavra, não aquela que só identifica pontos criticos e precipitadamente fazer as abordagens mais erradas possíveis, não. Precisamos de uma oposição forte e que trabalhe no sentido de fazer as coisas acontecerem e não participar simplesmente dos acontecimentos. Só assim veremos mudanças substanciais nos mais variados sectores do país. Até porque os principes gostam de ser auxiliados, mas nunca ultrapassados.
Até ao momento, as acções da oposição são recheadas de muita ineficácia. Como consequência jamais conquistam credibilidade por parte daquele que no final de tudo é a sua principal força e por quem trabalham, o povo. Repensem as vossas acções.
A semelhança da eleição histórica do 44º presidente dos Estados Unidos da América, Barack Hussein Obama, há toda uma necessidade do surgimento de novas figuras na ribalta da política angolana e que proporcionem uma nova visão. Que não tenham apenas ideias que mais parecem querer fomentar polémica, para tal como numa peça de teatro, representar o protagonista atraindo para si toda a atenção, não. Há toda uma urgência e necessidade de vermos uma oposição firme, com os pés bem assentes nos seus ideais. Que esteja de facto a seguir o movimento histórico dos actos e cenas contidas na politica angolana.

Enquanto continuarmos a ter no país partidos em que abunda a incopetência, amiguismo, familiarismo e outros ismos, jamais estes se vão transformar num factor de desenvolvimento social, numa solução, uma luz no fundo do túnel, jamais.

Como cantou um jovem angolano que de certeza faz falta a muitos partidos repartidos já partidos pelo território nacional “haja mudança de mentalidade”.

Para terminar a minha reflexão, suas “excelências” presidentes dos partidos políticos da “oposição” não será melhor concertarem as ideias, unirem-se para se fortificarem e acabar de uma vez por todas com a fraqueza visível nas vossas acções e intervenções recheadas de frases feitas e pensamentos medíocres para contribuir eficazmente em prol do desenvolvimento social do país e consequentemente dos seus cidadãos?

terça-feira, 28 de julho de 2009

O SENTIDO DA CRÍTICA

Qual o papel fundamental da critica na cena cultural contemporânea? Qual a importância do critico enquanto autor desse gênero tão polêmico entre os artistas da contemporaneidade? Qual o verdadeiro sentido da critica? Essas e outras questões são imediatamente levantadas em qualquer roda de discussão quando o assunto em pauta é a crítica artística.Este texto tem como finalidade apresentar uma reflexão sobre o lugar da critica literária no cenário atual.

O CRITICO COMO PROTAGONISTA DO DISCURSOA critica é produto de uma visão particular. Isso é indiscutível. O critico é o grande responsável pelas informações alí contidas, uma vez que tais considerações foram resultantes das referências e interpretações daquele que a escreveu.O conteúdo da critica foi contaminado pelo olhar do seu autor e, não nos enganemos, outra fórmula não nos seria possível, pois a imparcialidade e a neutralidade são características que podem pertencer a qualquer outro gênero literário que não à critica. O próprio termo que batiza esse gênero já nos diz que o texto virá acompanhado das impressões pessoas daquele que o publicou.Uma grande questão que tange o papel do critico é, possivelmente, referida à questão ética. Ser ético implica, nesse caso, em ser sincero, pois o leitor exigirá e reconhecerá isso. Por outro lado, ser ético também significa reconhecer que o seu ponto de vista não é, nem nunca será, uma verdade absoluta. É apenas o seu ponto de vista, mas que poderá influenciar o sucesso ou o fracasso do objeto criticado. Em última instância, ser ético também é se utilizar de uma linguagem cordial e bem focada ou colocada.O fato de levar o título de critico não confere ao jornalista nenhum critério de valor. Existem ótimos críticos enquanto também existem péssimos críticos, cabe ao leitor atribuir e efetivar esse critério.
O LEITOR COMO MEDIADOR DA RELAÇÃO CRÍTICA X OBRA DE ARTESe pudéssemos atribuir a alguém a função de dar um sentido realmente concreto às críticas, esse alguém seria apenas o leitor. Potencialmente o leitor, como possível espectador, leitor ou observador da obra de arte é quem realmente determinará o sentido da crítica. Cabe a ele o papel de concordar ou discordar da argumentação do crítico. Ele, por ter também suas impressões pessoais, é quem determinará a qualidade do texto publicado.Em contrapartida, ainda não temos no Brasil uma prática efetiva de discussão entre público e críticos. Muitos centros ainda não deram a importância necessária para o papel da crítica como formadora de opiniões entre espectadores e artistas. Muitos críticos ainda não são especializados e muitos dos espectadores nunca leram sequer uma única crítica artística na vida.Apesar da constituição brasileira, no artigo V, garantir ao artista o seu direito de resposta, no final das apurações, é somente o leitor/espectador que funcionará como o juiz dessa relação onde, por um lado trabalhos são extremamente elogiados e valorizados e, por outro, muitas obras são prejudicadas pelo inconseqüente poder atribuído a críticos menores. Como artista, publico e, numa outra instância, crítico, devo afirmar que, independente das polêmicas comumente instauradas, a produção crítica depende da existência dos artistas, suas obras e a divulgação, assim como a valorização da produção cultural necessita também da existências dos críticos que retornam ao artista e que efetivam suas interpretações por meio das suas publicações. Uma relação bipolar. De ida e volta.

FONTE: Figurino e Cena às 19:32 23 de Junho de 2009

sexta-feira, 10 de julho de 2009

''Complexo Teatro Avenida'' come 126 milhões de dólares


A construção e apetrechamento do “Complexo Teatro Avenida”, cujas obras arrancam dentro de 60 dias, estão avaliadas em 126 milhões de dólares. Falando à margem da consulta pública sobre o estudo de impacto ambiental do projecto “Complexo Teatro Avenida”, promovida pelo ministério do Ambiente, o administrador da empresa angolana Dry Dock, George Sherrel VI, sem avançar mais detalhes, referiu que as obras terão a duração de 36 meses, e está enquadrada no programa de requalificação da Baía de Luanda. O projecto do edifício multifuncional, de 21 andares apresentado nesta consulta pública pelo administrador da Dry Dock, inclui um teatro moderno, com a capacidade para 510 cadeiras, quatro andares para escritórios e
14 para apartamentos do tipo T2 e T3. Com uma altura de 38 mil 600 metros cúbicos, o projecto do edifício reserva ainda um parque de estacionamento subterrâneo para um total de 179 viaturas. Localizado entre a Rua Rainha Ginga e a Avenida 4 de Fevereiro, o projecto do edifício prevê um plano paisagístico apropriado para este tipo de empreendimentos.


O Projecto é interessante, mas agora uma vez que o local foi desde os tempos mais remotos reservado para as artes e para os artistas, com maior relevância para o teatro, PERGUNTO:

QUEM VAI TER ACESSO AOS APARTAMENTOS DO TIPO T2 E T3 QUE ALI SERÃO ERGUIDOS.

É preciso reflectir. Olha que os artistas a muito que andam votados ao abandono feito mendigos.

ATENÇÃO TEATRISTAS TEMOS DE FICAR ATENTOS A TODAS AS MANOBRAS A VOLTA DO NOSSO TEATRO AVENIDA.

Qualquer semelhança é mera coincidência fui eu quem escrevi:

FELISBERTO FILIPE

''Complexo Teatro Avenida'' come 126 milhões de dólares



A construção e apetrechamento do “Complexo Teatro Avenida”, cujas obras arrancam dentro de 60 dias, estão avaliadas em 126 milhões de dólares. Falando à margem da consulta pública sobre o estudo de impacto ambiental do projecto “Complexo Teatro Avenida”, promovida pelo ministério do Ambiente, o administrador da empresa angolana Dry Dock, George Sherrel VI, sem avançar mais detalhes, referiu que as obras terão a duração de 36 meses, e está enquadrada no programa de requalificação da Baía de Luanda. O projecto do edifício multifuncional, de 21 andares apresentado nesta consulta pública pelo administrador da Dry Dock, inclui um teatro moderno, com a capacidade para 510 cadeiras, quatro andares para escritórios e
14 para apartamentos do tipo T2 e T3. Com uma altura de 38 mil 600 metros cúbicos, o projecto do edifício reserva ainda um parque de estacionamento subterrâneo para um total de 179 viaturas. Localizado entre a Rua Rainha Ginga e a Avenida 4 de Fevereiro, o projecto do edifício prevê um plano paisagístico apropriado para este tipo de empreendimentos.


O Projecto é interessante, mas agora uma vez que o local foi desde os tempos mais remotos reservado para as artes e para os artistas, com maior relevância para o teatro, PERGUNTO:

QUEM VAI TER ACESSO AOS APARTAMENTOS DO TIPO T2 E T3 QUE ALI SERÃO ERGUIDOS.

É preciso reflectir. Olha que os artistas a muito que andam votados ao abandono feito mendigos.

ATENÇÃO TEATRISTAS TEMOS DE FICAR ATENTOS A TODAS AS MANOBRAS A VOLTA DO NOSSO TEATRO AVENIDA.

Qualquer semelhança é mera coincidência fui eu quem escrevi:

FELISBERTO FILIPE

quinta-feira, 25 de junho de 2009

BETH E VICE LELO EM LUANDA


A STRONG BEATS PRODUÇÕES APRESENTA BETH E VICE LELO COM O ÁLBUM “CALIENTE” – SÁBADO, DIA 20 NO PARQUE DA INDEPENDÊNCIA, EM LUANDA Beth natural da Huíla e Vice Lelo de Cabinda uniram-se e como resultado nos vão brindar com a obra discográfica intitulada “CALIENTE”, composto de quinze faixas musicais, o álbum foi totalmente produzido nos estudios da STRONG BEATS PRODUÇÕES, na província de Cabinda. O disco conta com as participações de musicos renomados da província de Cabinda, como Sunshine, Dr. Boper e Boy Nucho. Editado pela Angola Música, a obra será comercializada a mil kwanzas, sábado, 20, no Parque da Independência, em Luanda e dia 27 no Largo da Paróquia, em Cabinda. No álbum são predominantes os estilos RnB e Zouk. BREVE HISTORIAL DA PRODUTORA STRONG BEATZ PRODUÇÔES É uma produtora sedeada na província de Cabinda, no município sede, rua Duque de Chiaze em 2006 com o objectivo de contribuir em prol do desenvolvimento da música angolana, especificamente produzidas na província. A iniciativa partiu de Dr. Boper e Sun Shine, dois irmãos cantores com vasta experiência no panorama cultural local. Apesar da falta de condições apropriadas para desenvolver a sua actividade, a produtora tem vindo a marcar passos firmes com vista a dignificação da música e dos seus fazedores. Para mais informações sobre o álbum “CALIENTE”, contacte o artista: VICE LELO – 927 61 77 35

FILOMEL ART PREPARA ESTREIA



"UM MINUTO PARA AMAR", é o titulo da peça que o PROJECTO FILOMEL ART está a ensaiar para estreiar numa das salas de teatro da capital do país e posteriormente efectuar uma tournéé por cinco províncias do país na primeira fase. Tratam-se das cidades de Kwanza Sul, Benguela, Huíla, Huambo e Cabinda.
A peça é da autoria do jornalista Felisberto Filipe, actual Assessor de Imprensa da UNAC - União Nacional dos Artistas e Compositores. O elenco constituído pelos actores Fernandes, Alberto, Jack, actrizes, Princesa, Rosa e a Tania está a ser dirigido pelo autor da peça.
Um Minuto para Amar, narra a história de Cadiliana, uma mulher que renúncia os homens no momento em que Deus envia-lhe o homem perfeito para ela. Uma guisa de amor, traição, encontros e recordações doceamargas.
Se é empresário, a direcção deste projecto ainda está disponivel para propostas de quem pretende evidênciar o Marketing Cultural.
Para mais informações contacte: 923 44 54 84

OITOCENTAS FAMILIAS SEM PÃO

Para aonde vão os novos desempregados fruto da demolição da Feira Ngoma